
Presente
O que a prática clínica se tornou depois de mais de vinte anos: o que chega ao consultório, como uma decisão é tomada e quais caminhos existem antes da cirurgia.
Registros
Consultório, equipe, pacientes e os bastidores de uma rotina que raramente aparece.
O recorte
A formação está contada em outro lugar deste site. Os congressos e treinamentos também. Esta página trata de outra coisa: do trabalho propriamente dito, do que se repete nas manhãs de consultório e do raciocínio que sustenta cada conduta.
Nem todo paciente com dor na coluna precisa de cirurgia. Nem todo exame alterado precisa de tratamento. A parte difícil da neurocirurgia de coluna não é operar. É saber quando não operar.
A parte difícil não é operar. É saber quando não operar.
O que chega
Alguns motivos de consulta se repetem ano após ano. Sobre cada um deles há um texto escrito para o paciente, sem jargão, explicando o que se sabe e o que ainda depende de avaliação individual.
O que ela é, o que costuma melhorar sozinho e o que não melhora.
Ler o artigo02A dor que desce pela perna e o que ela diz sobre a raiz nervosa.
Ler o artigo03O estreitamento do canal e por que a dor aparece ao caminhar.
Ler o artigo04Quando o pescoço é a origem e o braço é o sintoma.
Ler o artigo05O sinal que muda a urgência da avaliação.
Ler o artigo06Os critérios que a tornam a melhor opção, e não a única.
Ler o artigoO método
Nenhuma conduta começa pelo exame. Começa pela história do paciente: quando a dor apareceu, o que a piora, o que a alivia, o que ela impede de fazer.
O exame de imagem entra depois, para confirmar ou afastar uma hipótese que já existe. Invertida, essa ordem produz tratamento para achado de exame, não para pessoa.
A história clínica e o exame físico definem a hipótese. É aqui que a maior parte do diagnóstico se faz.
Ressonância, tomografia ou radiografia confirmam, afastam ou dimensionam. Não substituem a consulta.
Nem toda alteração de exame explica a dor do paciente. O que se trata é o caso, não a imagem.
A escolha entre os caminhos possíveis, com o paciente entendendo o porquê de cada um.

Os caminhos
A cirurgia é uma ferramenta entre outras. Colocá-la como primeira resposta é tão ruim quanto adiá-la quando ela é a única resposta.
Medicação, fisioterapia, reeducação postural e tempo. Resolve a maior parte dos casos de dor lombar e cervical, e é por onde quase todo caminho começa.
Ler o artigoInfiltração, bloqueio, radiofrequência e descompressão não cirúrgica. Ficam entre o conservador e a cirurgia, para casos selecionados.
Ler o artigoIndicada quando há déficit neurológico, instabilidade, ou quando o tratamento conservador foi conduzido corretamente e não sustentou o resultado.
Ler o artigoFora do consultório
Boa parte do que um médico faz não acontece diante do paciente. Acontece antes, no estudo de cada caso, e depois, no acompanhamento. E acontece fora do consultório, na formação de novos neurocirurgiões.

Congressos, cursos práticos e treinamentos cadavéricos no Brasil, Estados Unidos, Europa e América Latina.
Ver a trajetóriaCertificado de Preceptor pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, formando novos neurocirurgiões.
Artigos escritos em linguagem direta sobre coluna, dor e tratamento, para quem chega com dúvida e sai da internet mais confuso.
Ler os artigosOs números
20+
anos de prática clínica, desde 2002
10.000+
pacientes atendidos em consulta
2.000+
casos conduzidos sem cirurgia
Números medem volume, não desfecho. Eles dizem que houve repetição suficiente para formar critério. Não dizem nada sobre o seu caso, que só a consulta responde.
Próximo passo
Se você tem um exame na mão e nenhuma clareza sobre o que fazer com ele, esse é exatamente o ponto de partida por onde iniciamos uma consulta.